Às vezes tenho boas ideias para revolucionar o quotidiano do cidadão comum e melhorar o funcionamento da sociedade em geral. Hoje, achei por bem revelar-vos algumas delas. Aqui ficam, então, algumas dessas ideias:
Um ecoponto que dá um choque de 750V a quem colocar algum item no contentor errado; como que uma chamada de atenção para a seriedade da reciclagem.
Um estendal que começa aos berros assim que pressente que vai chover.
Papel higiénico no formato de 'luvas higiénicas' - para uma limpeza mais meticulosa.
E também para evitar o comum e desagradável 'deslize de dedos'.
Um cacto despertador. Boa sorte ao darem aquela típica palmada no botão 'snooze', ainda ensonados, de manhã.
Um leitor de MP3 que elimina automaticamente ficheiros de músicas dos U2.
Um alarme que, em vez de afugentar os ladrões, os convence a ficar até à chegada da polícia.
Uma espingarda que dispara seringas com insulina - para o caso de vermos algum diabético com falta de açúcar, ao longe.
Tenho mais ideias, mas estas são suficientes, por hoje. Vou deixar-vos absorver primeiro estas noções, antes de vos dar mais coisas em que pensar.
A minha mente brinda-me constantemente com este tipo de conceitos inovadores. O problema é que eles são tão peculiares que ninguém os aproveita.
Blog do João
Terça-feira, 13 de Março de 2012
Sábado, 3 de Março de 2012
Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
'O que não me mata, torna-me mais forte!'
Então deixa-me dar-te umas quantas pancadas nas articulações com este martelo de picar carne e depois diz-me como te sentes!
Vamos ver se vais continuar a achar que estás 'mais forte'...
Vamos ver se vais continuar a achar que estás 'mais forte'...
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Estatística:
8 em cada 10 donos de tascas nomeiam a saliva como o melhor fluído para remover as manchas de café das chávenas.
2 em cada 10 donos de tascas não lavam as chávenas.
2 em cada 10 donos de tascas não lavam as chávenas.
Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Sábado, 14 de Janeiro de 2012
Instant thought II:
My toilet ran away from home. It just couldn't stand taking so much crap anymore...
Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
Ideia para um Facebook melhor:
deviam introduzir um novo botão no Facebook que, quando clicado, o autor da respectiva publicação levasse uma cacetada na cabeça. O ícone consistiria num punho fechado, de nome 'hit'.
Ao primeiro clique: 'BAM!' - um pau no meio da testa! Ou então, se quiséssemos fazer jus ao nome da rede social, umas Páginas Amarelas, mesmo em cheio na tromba!
Após isto, o indivíduo em questão teria 45 segundos para perceber o que estaria errado naquela publicação e alterá-la, ou eliminá-la se necessário. Tudo isto enquanto sofreria mais pancadas na cabeça - cada vez mais fortes, à medida que o tempo fosse expirando - devido a outros eventuais cliques no botão, por parte de utilizadores mais sensatos. Se ao fim dos 45 segundos a publicação continuasse inalterada, um 2º botão surgiria, de nome 'burn', com uma chama como ícone e que resultaria num impetuoso jacto de um lança-chamas em cima do - ainda sem noção - indivíduo.
Depois era só esperar, e ver as quantidades massivas de merda que são publicadas diariamente no Facebook a diminuirem a um ritmo acelerado.
If Mark Zuckerberg reads this:
Fuck 'Timeline'! I want a 'hit button'!
Ao primeiro clique: 'BAM!' - um pau no meio da testa! Ou então, se quiséssemos fazer jus ao nome da rede social, umas Páginas Amarelas, mesmo em cheio na tromba!
Após isto, o indivíduo em questão teria 45 segundos para perceber o que estaria errado naquela publicação e alterá-la, ou eliminá-la se necessário. Tudo isto enquanto sofreria mais pancadas na cabeça - cada vez mais fortes, à medida que o tempo fosse expirando - devido a outros eventuais cliques no botão, por parte de utilizadores mais sensatos. Se ao fim dos 45 segundos a publicação continuasse inalterada, um 2º botão surgiria, de nome 'burn', com uma chama como ícone e que resultaria num impetuoso jacto de um lança-chamas em cima do - ainda sem noção - indivíduo.
Depois era só esperar, e ver as quantidades massivas de merda que são publicadas diariamente no Facebook a diminuirem a um ritmo acelerado.
If Mark Zuckerberg reads this:
Fuck 'Timeline'! I want a 'hit button'!
Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
espaço noticioso
Nesta semana, no telejornal, um jornalista informava-me de que na sequência de envenenamento por ingestão de cogumelos, dois doentes no Porto, Coimbra e Lisboa, aguardam um transplante de fígado.
Algo me diz que pelo menos um dos pacientes vai precisar de bem mais que apenas um transplante de fígado...
Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
ensaio religioso
Transcende-me a forma como alguns indivíduos que nasceram na chamada 'Era da Informação' e seguidores de uma determinada religião, não se questionam relativamente ao motivo pelo qual não seguem outra religião qualquer - e há realmente muito por onde escolher!
Transcende-me também a forma como alguns acreditam veementemente que não foram simplesmente endoutrinados, enquanto crianças, com a religião dos familiares próximos e refutam tal observação - facto, na verdade - com 'a escolha foi minha!'.
Insisto em perguntar a cristãos, que religião acham que seguiriam se eventualmente tivessem nascido no Irão, no seio de uma família muçulmana... Nunca obtive uma resposta concreta. Os mais imersos na religião - também conhecidos como fanáticos - respondem com chavões do género 'deus escreve direito por linhas tortas... De alguma forma o meu deus haveria de chegar até mim!', o que é simplesmente frouxo e penoso. Mas, já agora, como é que isso haveria de acontecer? Após um atentado bombista a uma livraria, uma bíblia saía disparada do meio da explosão, batia-lhes na cabeça e o impacto era tão forte que eles achariam boa ideia idolatrar um deus que inevitavelmente os levaria à morte, dado que - não se esqueçam - se encontrariam em pleno Irão?! Além do mais, não creio que bíblias sejam algo que se veja com frequência no Irão. Nem livrarias, agora que penso nisso.
Regressando ao primeiro parágrafo, há também quem diga que embora os familiares sejam cristãos, nunca os instigaram a nada e que sempre tiveram escolha. Pois sendo que a escolha era 'ou acreditas NESTA religião, ou não.' com um implícito 'nós acreditamos todos!' acrescido, não me parece que ela tenha realmente existido.
Na generalidade das situações e para garantirmos uma escolha acertada, devemos considerar TODAS as opções disponíveis. Algo que claramente não acontece nesta circunstância. Como já referi antes, existem inúmeras religiões e talvez até a criança decidisse que seguiria a cientologia - o que seria um bom indicador de que o puto é uma besta, e de que o seu desenvolvimento a partir daquele momento seria sempre acompanhado por um severo défice de inteligência.
Mas, numa segunda análise, porque é que uma criança haveria de escolher uma determinada religião, para começar? A mesma criança que não tem aptidão para escolher um partido político, não tem aptidão para votar, e pelos mesmos motivos não pode ser totalmente responsabilizada pelas suas acções, subitamente possui aptidão suficiente para integrar um determinado grupo religioso e ter uma posição moral relativamente à origem do Universo?
Mas, numa segunda análise, porque é que uma criança haveria de escolher uma determinada religião, para começar? A mesma criança que não tem aptidão para escolher um partido político, não tem aptidão para votar, e pelos mesmos motivos não pode ser totalmente responsabilizada pelas suas acções, subitamente possui aptidão suficiente para integrar um determinado grupo religioso e ter uma posição moral relativamente à origem do Universo?
Que seriedade é esperada de qualquer religião, tendo em conta estes termos?
E que credibilidade tem qualquer religião, tendo em conta que as crenças variam conforme a zona do globo em que nos encontramos?
Quando o grupo no qual estás inserido te começa a privar de pensar, então é a altura perfeita para sair.
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